Viver não é preciso, frase dita tantas vezes como o poeta e entendida como alguem em constante mudança. Pois se não somos sempre os mesmos, inumeras vezes queremos a segurança daquilo que já conhecemos. Insegurança de trilhar o novo, talvez porque por novos mares outros destinos nos foram doloridos e, tivemos que rumar de volta para algum lugar dentro de nós.
Confiar-se ao tempo, às experiencias novas a novos encontros em novos rumos é de certa forma inesperado e confuso, não sabemos as respostas às mais simples perguntas que afagam ,ou perturbam o nosso ser. Mais antigos , ou talvez mais sabios ou experientes dirão que é preciso aguardar, manter-se firme, sem contudo, atravessar a corrente...
A confiança juvenil um dia disse que é preciso arriscar-se , mas quantos acidentes, marcam em nossa pele, em nosso ser.
Lembranças de viagens , junto delas, muitos sonhos e tantos sorrisos que, nos confundem o prazer do vivido com as durezas das ausencias.
Se sonhar mais um sonho impossivel não há sentido em si, em parar no desejo em perturbar-se pela incerteza, impossivel mesmo é não notar que cada um faz a sua estrada , caminhos inospitos se apresentam como rotas aventureiras em que somos comprometidos em nos conhecermos um pouco mais, é preciso que confiemos em nosso arsenal de vida, nossa bagagem de estória...
Fomos felizes, fomos capazes, então por que não acreditar que somos, diferentes, é claro nada é igual a natureza não da saltos mas está em eterna mudança, evoluções dela nos dizem que os mais adaptados se tornam capazes de suportar as durezas e ainda perpetuarem suas marcas.
Associar-se por tempos ou necessidades, equações complexas de matemática mundana, nos dividimos entre a etica e a intensidade de nosso sentimentos humanos, regras sociais e valores pessoais...
Tudo criado por nós e gasto tambem, energias que não recuperamos por temer errar, por nos tornarmos maduros e querendo acertar sempre cobramos nossas responsabilidades com os outros, conosco, mesmo; possuimos apenas a certeza de que queremos ser felizes, queremos vibrar e de nossa vibração formar uma onda suave e intensa que atinja o que há entre nós e o redemoinho de sons, sentidos a fúria e a suvidade da paixão se estenda intensa e acorde, feito acordes, os outros, aqueles que desejamos atingir ou que sem perceber tambem desejem nos envolver...
A forma correta a maneira perfeita, não sei; mas é nisso que acredtio e como outro poeta que diz digo assim
O amor está em mim Mais vivo ...Eu sei que é pra sempre,Enquanto durar...
Eu peço somente,O que eu puder dar ...
Simples assim porque a resposta está naquilo que nos da alegria, o que podemos dar e ,não naquilo que as convensões sociais nos imprimem como o que receberemos ao trocar o dom de nosso sentir pelo escambo da dedicação do outro...
O outro é assim como nós livre e capaz de entender o que será importante para a continuidade da vida no nivel que a oportunidade proporcionar a cada um...
O nome para tanto, já que precisamos nomear, talvez seja encanto, respeito, encontro ou simples como crianças; dizer-se sinceramente... brincar de viver!