Laranja, punkrock, Kubrick, tudo isso e mais um pouco. Penso em quais sejam as vontades que levam ao mundo violento e incerto... Tantos campos de batalha violencia gratuita, reprimindo as vontades, ditadas por grandes poderes que se apoderavam das ideias... Grandes irmãos disfarçados em salvadores agora ja ha tanto excluidos do poder e agora quem ve a liberdade ve também, de alguma maneira perdidos os eforços em seu favor... Lucro de quem ou de quem guia uma grupo sem ideologia a não ser ser livre para violentar o modo de vida livre que tantos se perderam presos ou mortos, muitos ainda fora de algum lar ainda lutar havia sentido... Agora há perdidos infames de vendas protegendo a dama da justiça enganada em sua função dominada pelo medo do correto politicamente seguro que segrega , mas é tão cega que se acha mãe amada... Não sei se será novo o admiravel mundo antigo Huxley sabia que a media era o nivel e o que sobressaísse seria o pertubador fim da estabilidade insegura e fragil contruida na pressão do medo da opressão...Ilhas além do horizonte, prisões de sonhos livres... A liberdade cega, entorpece a vontade de quem não soube por interesses estupidos o motivo de não deixar a fazenda nas mãos de porcos... Sendo assim, embora 1984 seja um tempo lá atrás... Salve Orwel!!!
Como ouvir uma canção assim e não querer mais que olhar Querer subir pelas paredes revelar a pele de lobos, ainda que finjamos ser cordeiros Sim minha pele queima um calor que não cabe, em noites primaveris É verão ardendo o sono, fazendo sonhos de lábios umedecidos de desejo Mais que... ainda assim eu quero que seja o que for, embora não tenha como ser Único , inesperado, impossível evitar.Imaginar ter você quente derretendo-se em mim...Mas que pele pelos ais, olhos fixos em lugares escondidos Ainda assim eu vou... Passo sem parecer, sem querer eu quero... Insisto em olhar. Mais que isto. Você, quem me dera...
Deus do céu, o que faz o homem com outro homem cada vez que decide lavar sua "honra", sua roupa suja, seus desejos mesquinhos de poder... Fiquei assustada com o que vi na Libia, é certo que o Kadafi nunca foi um santo, ambiguo, iconoclasta autoritário, arbitrario, tirano enfim , há um numero infinito de adjetivos nenhum pouco abonadores a lhe acrescentar, não acredito também que a morte tranforme sua moral e lembrança de forma a perdoarem-se as más ações... Não é isto mas ficar indignada com a frieza e crueldade em ,algumas situações é um direito de alguem que acredita que o homem merece pagar por suas faltas, sim e deve servir de exemplo e ainda, que embora haja o castigo ainda assim pode haver o arrependimento... Coisas de moral cristã? Minha ética interior? Não sei explicar o quanto me enoja este ser humano que extermina outro se igualando em atitude e sentimento e ainda em falta de respeito ao ser que ele mesmo destroi, seria uma humilhação social? O interesse de tirar-lhe os valores de homem e humilhar o que fora dominante, não sei ao meu ver qualquer atitude semelhante às que realizadas pelo que se vai, sem julgamento publico lhe é semelhante em arbitrariedade e, pior pode transforma-lo em martir, um lider morto e dos mortos sempre se contam estórias que não podem ser reprimidas, gloria, bondade, etica, tudo se imprime a um papel que não pode ser transformado por seu ator, a interferencia do ator se extinguiu com sua morte infame mas esta morte pode ser o estopim de glorias póstumas e homenagens bizarras... O medo anda pelas ruas da mesma forma que andava, os revides politicos e sociais, continuam rebaixando o homem a niveis que podemos considerar que mais provavelmente parasitas que lucram com os espurgos, que se alimentam dos dejetos, que destroem mais antes de tentar construir tem maior utilidade que estes que se chamam homens... Ah homens, será que o são ?
Quanto quente é o calor da mente? Que fantástico sino que toca e vibra o corpo enquanto parte, Arte esquecida da palavra que vibra o sentido Ser vivo, vívido, vício antigo, mantido preso, solto sempre que sonho; Solta-se de mim liberta as amarras da segura torre do segredo... Espanta, exposta a coisa do dividir o sentir, o sentido do encontro... Encanto que se perde e prende um ao outro... Quem se dispõe a ser mais que um no tempo da multidão? Proposta de abandonarem -se as teias, derrubarem -se as cercas e, Meterem-se em meios, sem por medos ou receios, furtarem-se de entre anonimos, serem unicos e verdadeiros, abandonarem seu oculto da culpa e Permitirem-se ir alem, quem sabe perdoarem-se... Finalmente, sem buscar sentidos, apresentarem os seus...