sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Os quatro...Os homens I

Se conheceram em uma prisão, não sabiam se viveriam e aos poucos foram se tornando solidários, entre a solidão e ausencia de companheiros e o sofrimento de ver aos poucos que ninguem pagaria por sua liberdade , fez com que o instinto daquels homens os aproximasse, oras, juntos eles poderiam se defencer, separados, sabia que tinham poucas chances de sobreviver.
O destino de suas vidas , imaginavam eram soldados, comerciantes de vidas e agora as deles deviam valer alguma coisa, foram poupados de castigos mais pesados, estavam sendo alimentados e principalmente estavam juntos, não entediam o proposito, mas decidiram aproveitar a ocasião.
Contando estórias, as mesmas que contariam em fogueiras, se estivessem lado a lado em alguma batalham ou em viagem nas noites escuras dos navios...
Adan contou que era de família nobre da região, estava por que fora despedir-se ou melhor desobrigar-se de qualquer lembrança familiar... Ao perceber-se adulto não seguiria os contumes atrasados de seu povo, ou melhor segui-los seria o mesmo que escrevizar-se, e de escrtavos a história daquele povo estava cheia.Ele jovem com gosto pela luta, jogo, mulheres e tudo que contradizia a religião de seus pais preferui seguir com caravanas de comerciantes, depois a sua propria, mas o estgma de seu povo o perseguia, preferiu seguir com o comercio de homens, apatrida, sem moral, não se importava, se o pagamento fosse agradavel.
Mas fora localizado, precisava deixar documentado seu desinteresse e ao mesmo tempo casar suas familiares com homens de bem, o ataque agora não sabia onde estariam ,mas não se importava, exceto pelo belo xale que fora de sua mãe, nada mesmo importava naquele lugar... Ou melhor a penas sua vida importava.
Sua mãe era de outra região e ele contava que o supusessem como ela, em pouco tempo estaria no conselho com os governantes ele sabia suas regras, habitos e detalhes da religião, sua pele queimada, seus olhos escuros, como os de sua mãe...Tivera em sua juventude servos que o ensinaram, muitas coisas, ficar invisisvel, deixar as serpentes atordoadas, domar os camelos, agora era só deixa-los achar que era um servo...
Geoffrey era um guerreiros desde a infancia, fora treinado em sua tribo para atacar e proteger e ainda saquear os perdedores, mas respeitar-lhes a alma que vionha com o sangue de seus corações. Sua primeira batalha aos seis anos foi ainda nas pernas de sua mãe e ela lutando bravamente o ensinava como entender a logica daqueles homens que os chamavam de barbaros. Eles imundos, eles que escravisavam seus proprios homens e nunca velavam pelos Deuses da guerra.
Tolos como podiam olhar para um mundo e achar que seriam seus unicos donos, como saberiam que eram melhores, tolos, suas obras de arte em pedra foram destruidas como cascalho do mar pisoteado por grandes alces. eles usavam a metalurgia desde o inicio, suas armas eram para a luta corpo a corpo e seus ataques destemidos...
Faziam ora ou outra escravos ,mas que se pudessem pagarem-se  um dia voltariam para sua terras, quase sempre ficavam, a liberdade dada a todos  a igualdade entre todos o respeito aos guardiões das tradiçoes e a simplicidade delas, fascinavam os que foram abrigados pelo grupo que fora chamado de horda, barbaros, sim eles eram , mas que  fossem livres.
Assim se olharam, se falaram e combinaram que se fosse para onde fossem seriam parceiros até a morte.
Não houve tempo, foram salvos pela tribo de Geoffrey, ou melhor por homens que buscavam novos escravos e ao reconhecerem um dos seus e saberam que ele tinha um companheiro de corpo ali apressaram em abraçar o novo membro da falange.
Salvos no conselho da tribo deixaram que os mais sabios os inquirissem e respondendo as perguntas foram avisados que ao se separarem seria o fim para ambos, desde o tempo do sacrificio fisico toirnaram -se irmãos e trairem -se se houvesse este tempo e considerando que ambos foram degenerados moralmente antes do resgate, traria para seus descendnetes a sdesgraças que eles proprios haviam causado.
Não os quiseram na tribo, deveriam seguir seu destino, receberam peles, joias e barco para que fossem comerciar com a Luzitania, de lá para a grande ilha.

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