terça-feira, 21 de julho de 2009

Instinto

Hoje pela manhã, no jornal diario, um pouco de Ruben Alves dizendo de maneira infantil que nós escolhemos muitas vezes os que vão literalmente nos comer, fazemos associaçoes na maioria das vezes, apenas porque temos  preguiça de agir por nossa conta, então colocamos nas mãos do outro aquilo que apenas a nós pertenceria,  gostos, desejos,vontades, realizações.
Diz o autor de numa metafora infantil que os animais comedores de capim numa escolha impensada escolheram para governa-los outros comedores indiretos de capim. Imaginar o que sejam comedores indiretos, a logica dira que isto não existe, porem uma boa propaganda dos carnivoros levou os pobres se deixarem governar por estes, afinal se vacas comem capim e felinos comem vacas que comem capim, certamante felinos comem capim.
Bem utilizando o pensamento matematico, o raciocinio logico; é isto mesmo, mas estamos mesmo nesta vida para deixarmos que equaçoes governem o nosso querer?
Somos seres incostantes, unicos em atitudes, desejos , demonstraçoes de afeto. Alguns dirão que este ou aquele se parece, que fazem tudo igual, pensemos bem, igual como, se um segundo apos o acontecido nem o tempo é igual, como as pessoas podem ser iguais.
As estaçoes se repetem sucessivamante, mas se repetem mesmo?Neste ano fez mais calor que o outro e as folhas não cairam todas ano passado porque o outono foi umido e as arvores floresceram antes do inverno acabar. Pois é, onde está o igual?
Quantas perguntas que não nos fazemos quando, simplesmente queremos algo, queremos. Não entendemos porque ou onde isto irá nos levar, se ao desejarmos tanto, movemos ceus, nos desgatando em demasia e ao encotrarmos finalmente a possibildade de realizar o desejo, nos deixamos perder apenas por não termos forças para segurar.
Segurar quem,  de que maneira se a liberdade é mais que tudo,se unico e livre é afrodisiaco para todo o sempre,vejam os leoes,juba ao vento e animas em cativeiro, qual deles arrepia seu instinto ao obeserva-los ,mesmo que num video da National Geographic.
Não nos encantamos com os animais cativos ou mesmo domesticados, o que fascina é a agressividade da defesa do territorio é a força da caça,  a explosão de energias contidas num grito selvagem, fazendo valer o direto do mais forte viril e sedutor.
Qualidades masculas, nem tanto as femas não saõ tolas presas, defendem -se por que uma que não luta não libera fenormonios e em consequencia pode ser abandonada sem copular, isto é a morte da especie, é preciso que se faça um bale, avanços e recuos,silencios seguidos de sussurros e urros para quebrar o silencio...
Somos seres instintivos tentando nos tornar entendedores do incompreensivel, chegamos a mais facil estrada para a dor de amor. A certeza do que se fazer antes durante e depois...
Agora é apenas o agora e, que seja infinito enquanto dure...

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